A Series of Unfortunate Events
Redesign das capas de “A Series of Unfortunate Events”, de Lemony Snicket.
Redesign das capas de “A Series of Unfortunate Events”, de Lemony Snicket.
A minha ligação a esta série caprichosa e sombria é pessoal e muito querida. Descobri estes livros numa pequena livraria de uma vila perto da aldeia onde costumava passar as férias de verão. Tinha cerca de 13 anos. Esses dias estão guardados na minha memória como alguns dos melhores da minha infância. Mergulhava no mundo dos livros, muitas vezes a ler debaixo de uma árvore ou na praia, e desenhava as personagens e cenas nos meus primeiros cadernos. Cada visita à vila significava a ansiedade de juntar mais um livro cheio de aventuras à minha coleção.
Anos mais tarde, durante uma longa viagem de comboio em que mudei de país com o meu marido e o nosso cão, vi a adaptação da Netflix. A série trouxe-me de volta a nostalgia da infância. Inspirada por estas experiências e pela ligação profunda à série, decidi criar as minhas próprias versões das três primeiras capas, para captar a essência dos irmãos Baudelaire – Violet, Klaus e Sunny – e do seu implacável inimigo, o Conde Olaf. Com este projeto, pretendo prestar homenagem à série que faz parte de memórias tão queridas, criando a minha versão das personagens.
Em “The Bad Beginning”, conhecemos os irmãos Baudelaire, três crianças inteligentes e engenhosas. Subitamente órfãos, são apresentados ao Conde Olaf e instalam-se na sua nova e bastante sombria casa.
O segundo livro, “The Reptile Room”, acompanha os Baudelaire quando se mudam para casa de um tio simpático e apaixonado por répteis, na esperança de um novo começo, descobrindo depressa que o perigo e o mistério os seguem para todo o lado.
O terceiro livro da série, “The Wide Window”, apresenta-nos e aos irmãos a Tia Josephine, uma mulher excêntrica que vive numa casa empoleirada de forma precária sobre o Lago Lachrymose. Aí, os Baudelaire enfrentam novos desafios e desvendam mais mistérios em torno do passado da família.
